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06

jul

2010

As marcas mais valiosas no mundo

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Das 10 marcas mais valiosas em todo o mundo em 2009, seis pertencem à área de tecnologia, uma à de refrigerante, outra ao mercado de fast food, uma faz produtos diversificados e outra é uma da indústria do fumo.
São elas: a Google, a Microsoft, a Coca Cola, a IBM, o McDonalds, a Apple, a China Mobile, a General Electric, a Vodafone, e a Malboro. São estas as marcas mais ricas em todo o mundo.
Interessante que, enquanto algumas marcas levaram mais de 50 anos para conquistar uma nobre posição de destaque, algumas, em apenas poucos anos de atividade, atingiram a mesma posição, demonstrando que a economia mundial da atualidade é flexível, aceita surpresas, valoriza a criatividade, as inovações e, acima de tudo, a qualidade.
A lista da BrandZ, empresa que enumera e contabiliza as empresas mais valiosas, posiciona a marca “Google”, avaliada em mais de cem bilhões de dólares, como a mais cara em todo o mundo, tendo registrado o crescimento de 16% no seu valor, apenas nos últimos 12 meses.
Por outro lado, os países emergentes, assim como o Brasil, que têem se destacado pelo potencial e pelo crescimento administrativo de sua economia, certamente revelarão novas marcas num futuro muito próximo.

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06

jul

2010

A Classe C

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Finalmente a classe C é desejada no Brasil.
Pelo menos por marcas, fabricantes e por muitos, notadamente especialistas em marketing e comunicação.
A classe C representa atualmente 49% da população brasileira. E graças à ampliação do seu poder aquisitivo, proporcionalmente maior do que qualquer outro segmento, ela hoje participa ativamente do mercado de consumo, de uma forma inédita em toda a história do país.
O experimento de marcas até então desconhecidas da classe C tem garantido a muitos fabricantes liderança em categorias, destaques em setores e demasiada atenção mercadológica da indústria e do comércio.
Se até pouco tempo atrás, especialistas em marketing evitavam conceituar a classe C no perfil do segmento consumidor de seus produtos, hoje muitos exigem sua inclusão com entusiasmo, tamanha é a necessidade desta conquista.
Afinal, a classe C gera volume em vendas, é extremamente fiel aos seus hábitos de consumo, honra os pagamentos, e vive a ascensão econômica preocupada com o bem-estar, com a qualidade de vida de sua família e da sua comunidade. Além disso, ela é extremamente solidária e, ao que tudo indica, o próximo passo será a incorporação de ícones que garantam a própria ascensão social e até cultural.
O universo hoje é estimado em quase 90 milhões de consumidores, e têm despertado também a atenção de muitas marcas internacionais, algumas inclusive ainda não estabelecidas aqui, o que prova que o desejo de conquista da classe C brasileira não é só doméstico não e sim, mundial.

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06

jul

2010

Roi não é auditoria!

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A revolução processada nos canais de comunicação, associada a uma maior competição de mercado imposta pela globalização da economia, revelaram para os mercados da comunicação e do marketing novas técnicas, novos recursos, enfim, um novo padrão publicitário na comunicação entre as marcas e seus consumidores.
O processo hoje é tão sofisticado e até mesmo científico, que quem não levar em conta, além da criatividade, novas informações, softwares especiais e mecanismos inéditos, corre o sério risco de não dar ao seu cliente os destaques necessários para o melhor posicionamento da marca.
A realidade dos cenários internacionais já faz uso freqüente dos simuladores de ROI – o retorno do investimento.
Esses simuladores, entre outras informações, permitem prever, por meio de pesquisas, a participação futura de mercado, uma vez que sejam introduzidos no programa os atributos realmente desejados pelos consumidores potenciais.
É como se fosse um exercício de futurologia, só que realizado em bases sólidas, reais, analisando o histórico, mas fazendo projeções com índices de acerto superior a 90% por meio de modelagens econométricas.
Não confundam os projetos de ROI com auditoria.
Os serviços de auditoria avaliam apenas o passado e olham exclusivamente pelo retrovisor das campanhas publicitárias. Não tem a capacidade de alterar nada, apenas constatar o passado.
Os projetos de ROI, não! São realmente inovadores, revolucionários e proporcionam aos clientes, entre outras informações, a mensuração da qualidade de cada centavo investido na comunicação da marca e do anunciante.

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06

mai

2010

Ol, mundo!

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